Governo do Distrito Federal
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24/10/19 às 13h49 - Atualizado em 24/10/19 às 13h50

Parcerias privadas são aposta do GDF

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Entrevista concedida pelo secretário Everardo Gueiros ao Jornal de Brasília, veiculado na edição desta quinta-feira (24)

 

 

A falta de recursos para investimentos e a situação de calamidade em setores prioritários como a central de acondicionamento de medicamentos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal levaram o governo do DF a apostar em parcerias com a iniciativa privada para solucionar questões urgentes e que demandam grandes investimentos.

“Quando chegamos aqui, fui visitar o acondicionamento de medicamentos e lá tinha — além de baratas e ratos — urubus. Eu vi urubu, urubu que anda atrás de carniça. Esse foi o estado no qual encontramos a central de acondicionamento”, disse o secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros.

 

Mesmo colocando fim à infestação de pragas e aves com a limpeza feita no local de armazenamento de remédios, ainda se faz necessário um grande investimento no setor, como, por exemplo, um sistema de logística reversa, onde todos os medicamentos ficam listados e disponíveis para consulta online. Isso permitirá que, quando algum dos 16 hospitais ou uma das seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) precisarem de um remédio que esteja disponível em outra unidade, o produto seja localizado e transferido. “Isso existe em poucos estados e nós estamos querendo trazer para cá”, disse Gueiros. O secretário revelou que ainda não há um controle adequado do estoque de medicamentos.

 

A falta de recursos para investimentos e a situação de calamidade em setores prioritários como a central de acondicionamento de medicamentos da Secretaria de Saúde do Distrito Federal levaram o governo do DF a apostar em parcerias com a iniciativa privada para solucionar questões urgentes e que demandam grandes investimentos.

“Quando chegamos aqui, fui visitar o acondicionamento de medicamentos e lá tinha — além de baratas e ratos — urubus. Eu vi urubu, urubu que anda atrás de carniça. Esse foi o estado no qual encontramos a central de acondicionamento”, disse o secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros.

 

Mesmo colocando fim à infestação de pragas e aves com a limpeza feita no local de armazenamento de remédios, ainda se faz necessário um grande investimento no setor, como, por exemplo, um sistema de logística reversa, onde todos os medicamentos ficam listados e disponíveis para consulta online. Isso permitirá que, quando algum dos 16 hospitais ou uma das seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) precisarem de um remédio que esteja disponível em outra unidade, o produto seja localizado e transferido. “Isso existe em poucos estados e nós estamos querendo trazer para cá”, disse Gueiros. O secretário revelou que ainda não há um controle adequado do estoque de medicamentos.

 

Para construir o Centro de Logística de Medicamentos do DF, porém, foi realizado no início do mês de outubro um chamamento para a obtenção de estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica — primeiro passo para a realização de uma parceria público-privada.

 

“O DF não tem recursos; ou a gente vai se socorrer com a iniciativa privada ou os investimentos não serão feitos”, disse Gueiros. “O caminho do futuro é dar as mãos à iniciativa privada. Ela terá os resultados de seus investimentos e o Estado prestará o serviço necessário. O governo não quer invadir o espaço de trabalho das batas cinzas dos enfermeiros e nem das batas brancas dos médicos. Não temos a pretensão de saber tudo. Sabemos as necessidades do governo e queremos contar com a iniciativa privada para trazer o que há de melhor”, explicou o secretário.

 

Gueiros acrescentou que “2019 foi o ano do arrumar a casa e chamar as ideias; o próximo será de tirar as ideias do papel, de fazer as licitações e concessões”.

 

Saiba mais:

 

Além das parcerias com a iniciativa privada, o governo quer promover a desoneração de áreas de sua propriedade que não têm serventia e, assim, aumentar a receita do DF.

Segundo Gueiros, existem centenas de terrenos das secretarias da Saúde e da Educação que podem ser disponibilizados por meio de alienação, concessão ou permissão. “A alienação desses imóveis será mais uma maneira de buscar recursos para investimentos”, concluiu Everardo Gueiros.

 

Fonte: clique aqui.